Sobre a CAS

A CAS – Casa de Artes Sustentáveis– é uma residência artística visando a sustentabilidade dos mesmos e das artes. Somos localizados em um casarão do século XIX em frente à Bahia de Todos os Santos. CAS é um espaço de aprendizagem, troca e produção cultural-artístico, sempre valorizando o passado enquanto inovando o presente. O foco da linguagem da casa é arte circense passando pela integração de outras artes relacionadas como a música, a dança, o teatro e as artes visuais.

O espaço oferece um estúdio com tablado, onde realizamos aulas, oficinas, performances e eventos. Temos também três quartos privados e um quarto compartilhado com seis beliches que compõem nosso Hostel, cada um com uma vista única da Baía de Todos os Santos. Nosso Café Bar serve os grãos de alta qualidade da região da Chapada Diamantina no Estado da Bahia e recebe atividades culturais como música ao vivo, encontros de leitura, rodas de conversas, e performances variados. A sala de leitura oferece consulta de livros em várias áreas como romance, saúde, estudos afros, história e livros na língua inglesa. Pensamos sempre na produção local, reciclagem e sustentabilidade de nosso materiais. Construímos a maioria de nossos móveis artesanalmente com paletes de madeira reciclada.

CAS tem um compromisso com o impacto social e educacional, focado em nosso bairro do Dois de Julho em Salvador, Brasil. Oferecemos nossas atividades para a comunidade local no centro histórico de Salvador, e principalmente para as crianças das escolas públicas do bairro que tem pouco acesso à arte educação. Nosso espaço é ideal para aqueles que têm interesse em auto-conhecimento, arte-terapia, trabalhos sociais e produção da diversidade cultural. Procuramos artistas que gostaria de realizar trocas, intercâmbios e contribuir para nosso coletivo em Salvador, que é um lugar rico em termos de cultura, história e potencial, mas que geralmente falta os recursos, modelos e incentivos para sua execução.

Equipe/ Coletivo

jaime
JONAS EL ORIYINAL

Jamie Lee Andreson

Jamie é natural da Califórnia, graduada em História pela University of California, Berkeley com especialidade na história Latino-Americana e a história da escravidão comparativa entre os Estados Unidos e o Brasil. Jamie é mestra em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia e atualmente doutoranda em História e Antropologia pela Universidade de Michigan. Ela chegou na Bahia pela primeira vez durante um intercâmbio em 2011, e começou a aprender o Português e estudar a história de Salvador. Ela se interessou pela cultura da cidade e começou a investigar sua história e dinâmicas em termos de raça e gênero. Recentemente terminou um ano de pesquisa na Bahia como bolsista do programa federal Fulbright-Hays dos EUA. Ela também desenvolve atividades artísticas como bambolê, malabares e yoga. Principalmente, ela se identifica como escritora, mas brinca muito com performance e arte circense. Ela acredita na arte como uma ferramenta de mudança e transformação social, incentivando a criatividade, colaboração e expansão da mente para superar problemas sociais como o preconceito, o desincentivo, e a opressão.

Jonatas Borges Campelo

Jonatas, 28 anos, é técnico em Administração e artista circense. Iniciou suas pesquisas na área do circo no ano de 2005, focada na prática do malabarismo, equilibrismo e a arte da palhaçaria. Através de suas pesquisas desenvolveu técnicas para ser aplicado em sala de aulas, em 2010 deu início ao seu novo projeto como arte educador em escolas públicas em sua cidade natal que teve duração de 5 anos, “palhaço na escola” em Camaçari, vinculado ao Projeto do Governo Federal Mais Educação, Bahia. Também faz parte  da organização e execução dos encontros de circo e intervenções circenses nas regiões metropolitanas de Salvador e Camaçari. Em 2015, ganhou o prêmio municipal de teatro de Camaçari com o espetáculo de técnicas circenses, usando a linguagem do palhaço “Cores e Ritmos a construção do Palhaço”. No mesmo ano ganhou o edital de seleção para oficineiros no curso de extensão do IFBA – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, onde ministrou sua oficina de 80 horas “ O Despertar do Palhaço” . hoje seu foco é ramificação da arte circense dentro dos espaços de inclusão social na capital baiana.

Espaço de aprendizagem, troca e produção cultural-artístico